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Paulo José da Costa é livreiro e ex-funcionário do Banco do Brasil.   Considera-se um garimpador da memória, procurando nos sótãos e porões as fotos antigas, postais, cartas, diários com que alimenta sua paixão que tem foco no cotidiano.  Pesquisador de história da música e do cinema, postando raridades no youtube.  Mantém enorme acervo de cds, dvds, fitas, vinil, discos de rádio, 16 polegadas, 10 polegadas, compactos e o escambau. Ex-libris, filmes antigos, gravuras, affiches, cartas, jornais antigos, albuns de família, postais, a lista é grande. Sempre procurando mais. Tem quatro blogs e desenvolve projeto de livro sobre o cotidiano paranaense através das fotos de família entre 1870/1960. Mantém arquivo de memória paranaense e catarinense.

08 November 2013

E O RIO DE JANEIRO MUDOU A VIDA DE UM ALEMÃO NOS ANOS 30

PETER FUSS E SUAS FOTOS DO RIO DE JANEIRO

Chegando ao Brasil na década de 30 para trabalhar num banco alemão, Peter Fuss (1904-1978) apaixonou-se pelo Brasil e por uma brasileira.  Nascido na cidade de Düren, na Alemanha, chegou ao Rio de Janeiro em 1933, contratado como funcionário pelo Deutsche Überseeische Bank. Com uma câmera Zeiss-Ikon esse fotógrafo talentoso fotografou a cidade maravilhosa num dos seus períodos mais belos. Publica na Alemanha o livro "Brasil" e depois o "Rio de Janeiro", do qual publicamos a íntegra das fotos.  Era um grande fotógrafo, com sensibilidade notável e grande conhecimento técnico.  Fuss retorna para Alemanha em 1957.  Faleceu em 1978.








































































































































































Paulo José da Costa
compra e recebe doações de acervos de postais e fotos antigas, inclusive álbuns de família
para arquivo particular
Proteja a memória, ensine as crianças a amar as fotografias. 
41 88050624
paulodafigaro@hotmail.com
https://www.facebook.com/paulojose.dacosta

2 comments:

  1. Anonymous1:53 PM

    Simplesmente FANTÁSTICO!

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  2. Cheguei em casa de Brasília, depois da meia noite assistia ao GNT, documentário sobre o Arpoador e ouvi o professor Milton Cunha falar de Peter Fuss. Tenho o livro Brasil e os comentários clarearam o trabalho que tenho, que num dia ganhei de um colega de escola, filho de alemães e italianos, que mal sabia o que era aquele livro.

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