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Paulo José da Costa é livreiro e ex-funcionário do Banco do Brasil.   Considera-se um garimpador da memória, procurando nos sótãos e porões as fotos antigas, postais, cartas, diários com que alimenta sua paixão que tem foco no cotidiano.  Pesquisador de história da música e do cinema, postando raridades no youtube.  Mantém enorme acervo de cds, dvds, fitas, vinil, discos de rádio, 16 polegadas, 10 polegadas, compactos e o escambau. Ex-libris, filmes antigos, gravuras, affiches, cartas, jornais antigos, albuns de família, postais, a lista é grande. Sempre procurando mais. Tem quatro blogs e desenvolve projeto de livro sobre o cotidiano paranaense através das fotos de família entre 1870/1960. Mantém arquivo de memória paranaense e catarinense.

27 December 2014

DARIO VELLOZO E SEU TEMPLO DAS MUSAS


                   O que se segue é possivelmente o mais completo panorama fotográfico existente das atividades de Dario Persiano de Castro Vellozo e seus discípulos e amigos.   O fundador do Instituto Neo Pitagórico e de outras entidades místicas e filosóficas, como o Movimento Martinista, aparece em atividades e recepções nos mais diversos lugares que eram utilizados pelos praticantes.  Algumas dessas fotos já são conhecidas mas a maioria é inédita e ficamos felizes por podermos trazer à luz essas preciosidades. Foram me trazidas por uma pessoa anônima e gentil que me cedeu as imagens graciosamente pensando apenas na divulgação através do meu blog.  E aí estão.  Aos poucos, à medida que colaboradores forem nos fornecendo informações, iremos completando o que já temos, de forma que com o passar o tempo esta postagem se transformará, acreditamos, em precioso arquivo livre, à disposição de todos os interessados.  Tudo pelo bem da informação histórica e pelo enriquecimento da Cultura Paranaense.
                   Dario nasceu no Rio de Janeiro, em 1869 e veio com 16 anos para Curitiba.b Ligado desde sempre à literatura e à imprensa, trabalhou como encadernador, tipógrafo (no jornal DEZENOVE DE DEZEMBRO). Inteligente e criativo, logo fez inúmeros amigos entre a intelectualidade e, com eles, fundou revistas como a Azul (1893), Club Coritibano (1891-4), O Mosqueteiro (1886), A Esphynge (1899), Cenáculo (1895)  e muitas outras.                
                      Entre os anos de 1889 a 1920 publicou mais de 20 livros: : Primeiros ensaios (1899), ,Ephemeras (versos, 1890), Esquifes (1896), Alma penitente (poema, 1897), Althair (conto, 1898), Esothericas (versos, 1900), 12 de outubro: ensino Cívico (1901),  teatro de Wagner (1901), Licções de História (1902), Derrocada ultramontana  (1905), No solio do Amanhan (romance, 1905), Voltaire, polêmica e crítica (1905),    Compêndio de Pedagogia (1907), Helicon (versos, 1908), Moral dos Jesuítas (1908),  Templo Maçonico (1909), Pelos Aborígenes (em colaboração com Júlio Pernetta,  (1911), Ramo de Ouro (1911), Rudel (poema, 1912), A Cabana Fellah (conto, 1915),  Da Therapeutica Occulta (1915), Da tribuna e da imprensa (1915), Do retiro saudoso (1915), Pour l’Humanité (1916), Mansão dos amigos (conto, 1918), O  habitat e a integridade nacional (These ao 6º Congresso de Geographia em Bello Horizonte, 1920) e Livro de Alyr (1920) (DENIPOTI, 2001, p. 90).
              Maçom, Vellozo defendia ideais pitagóricos e fundou o Instituto Neo-Pitagorico do Paraná
Nessa entidade promovia festas e peças teatrais e musicais ao estilo dos cultos gregos e estimulava a publicação de livros e revistas.  Pedagogo, deu aulas no Ginásio paranaense a partir de 1899 e criou uma escola em Rio Negro (1913) cujos princípios basilares eram os da filosofia que adotava. A Escola Brazil Civico, na cidade de Rio Negro trazia, " além das disciplinas teóricas curriculares, cursos profissionalizantes de agricultura, comércio, artes e indústria".  (DENIPOTI, 2001).No que se refere à concepção de escola de Dario Vellozo, para ele, segundo Maria Lucia de Andrade (2007, p. 192), a “escola moderna, [...], deveria ser antes de tudo laica, pública, profissionalizante e obrigatória”.


CLIQUE NA IMAGEM DUAS VEZES PARA VÊ-LA EM TAMANHO MAIOR

   



DARIO VELLOSO COMO TEMPLARIO
RITUAL INICIÁTICO DOS TEMPLÁRIOS


OLIMPIADA DE 1912 - FESTA DA PRIMAVERA NO PRADO VELHO - CURITIBA

DARIO VELLOZO COMO APOLONIO DE TYANA NO HORTO DE LYSIS

DARIO NO SEU ESCRITÓRIO

UMA DAS MUSAS, NO HORTO DE LYSIS

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DARIO (EM PÉ) COM AMIGOS - O POETA SATÍRICO E JORNALISTA EMÍLIO DE MENEZES AO FUNDO COM LENÇO BRANCO  



VISTA DE RIO NEGRO, ONDE DARIO FUNDOU A ESCOLA "BRASIL CÍVICO" EM 1913 

A ESCOLA BRASIL CÍVICO EM RIO NEGRO, 1913



VISITAS DE NEO-PITAGÓRICOS AO TEMPLO

DARIO EM CURIOSA FOTOGRAFIA 



MUSA

MUSA

DUAS MUSAS NO HORTO


VISITANTES NO JARDIM DO TEMPLO

DARIO E SUA BIBLIOTEC
A


DARIO EM TRAJE DE GALA

ALUNAS DO GYMNASIO PARANAENSE EM RITUAL NEO-PITAGORICO  

JARDIM DO TEMPLO

OS 4 CAVALEIROS  (REVISTA CENÁCULO)

VISITANTES NO TEMPLO

VISITAS DE NEO-PITAGORICOS

O TEMPLO NEO-PITAGORICO

O JARDIM DO TEMPLO





IDA HOFFMANN, O CONDE ALBERT COSTET DE MASCHEVILLE E DARIO VELLOZO . CRIANÇA A IDENTIFICAR 










O CONDE ALBERT COSTET DE MASCHEVILLE E IDA HOFFMANN

IDA HOFFMANN, O CONDE ALBERT COSTET DE MASCHEVILLE, FUNDADOR DA ORDEM MARTINISTA DO BRASIL E DARIO





NA ILHA DO MEL - TODAS AS FOTOS DE PRAIA E MAR SÃO NA ILHA DO MEL



NA ILHA DO MEL - O FAROL

NA ILHA DO MEL


NA ILHA DO MEL - GRUTA DAS ENCANTADAS








A escola de Rio Negro. Dario é o primeiro à direita. Victor Grein, co-fundador, é o segundo na frente, à partir da esquerda.